— Cabeamento de redes estruturados (Cabos Cat5e, Cat6 e Cat7 de cobre ou fibra ótica) nas instalações dos ambientes local).
— Racks, estrutura de armário metálica, projetada para organizar, proteger e facilitar a manutenção de equipamentos de tecnologia como servidores, switches, roteadores e outros, otimizando o espaço e o cabeamento em data centers, salas de servidores e ambientes de automação, garantindo segurança, ventilação e acesso eficiente para os componentes de TI.
— Patch panels, painel de conexões que centraliza e organiza os cabos de redes estruturados Ethernet/ Fibra Óptica como um ponto de terminal para poder distribuir e proteger as portas dos equipamentos ativos dos cabos de redes na infraestrutura da computação local e na computação em nuvem dos Data Centers. Facilitando a gestão, manutenção e escalabilidade para o suporte técnico.
— Switches (Dispositivo de rede que conecta vários equipamentos em uma rede LAN para permitir que ambos troquem informações de forma, eficiente, como entre computadores e impressoras)
— OLT/ONU, painel de terminologia para redes de fibra, como um terminal de linha óptica OLT e unidade de rede óptica ONU.
— Splitters, dispositivos que dividem o sinal óptico para diversas saídas, com objetivos de distribuir em múltiplos locais na infraestrutura de redes.
— Modem, aparelho de conexão do provedor de internet contratado que convertem o sinal via telefone, cabo, fibra e satélite pelo provedor de internet em um formato digital para os dispositivos entender a conexão com a Web.
— Firewalls, sistema de segurança que atua como uma barreira entre uma rede interna (confiável) com a rede externa do provedor de internet. Para controlar e obter o monitoramento do tráfego de dados na entrada e saída com base em regras pré-definidas com objetivo de permitir ou bloquear conexões, protegendo contra acessos não autorizados e ameaças cibernéticas.
— Segurança: Sistema de segurança firewalls que gerencia, monitora e filtra o tráfego de dados do provedor de internet com a placa de rede LAN/NICs. Por meio de protocolo de segurança, ferramentas e práticas robusta com diversas camadas de proteção para evitar entradas de ameaças aos conjunto de infraestrutura de TI implementada, como ameaças de softwares mal-intencionado (malwares), entre outras situações.
— Roteadores Ethernet, dispositivos de rede que direciona o tráfego de dados do provedor de internet entre dispositivos.
— Repetidores Wi-Fi, dispositivos de rede que recebe e amplia a cobertura Wi-Fi do roteador para transmitir o alcance do sinal existente)
— Ponto de acesso APs, dispositivos de rede que receber e amplia a cobertura Wi-Fi, conectada a rede via cabo ao roteador ou switch para o ponto da rede sem fio especifica.
— Placa de rede NIC, responsável pela comunicação de um computador em uma rede de computadores implementada. Para a placa de rede controlar o envio e recebimento de dados conectado a uma rede, por meio de ondas eletromagnéticas, cabos metálicos ou cabos de fibra óptica.
Base hierárquico da infraestrutura de redes que compõe as camadas dos blocos da parte física (COMPONENTES | EQUIPAMENTOS | HARDWARES), parte lógica (SOFTWARES) da topologia e como os recursos devem se comunicar com protocolo de segurança.
Camada física (base): Onde os componentes de cabeamentos de redes estruturado, equipamentos como o modem do provedor de internet, racks, switches e os roteadores de sinais, formam o design de redes hierárquica. Com características de camadas de Acessos, Distribuição e Núcleo/Core nas instalações internas.
Camada lógica e de serviços de rede: Endereçamento IP, VLANs, protocolos de roteamento e serviços essenciais (DNS, DHCP).
Camada de segurança e controle: Firewalls, segmentação de rede, políticas de acesso (NAC) e balanceadores de carga.
Camada de computação e armazenamento: Servidores físicos, ambientes de virtualização e storages (SAN).
Camada de aplicações e negócios: Softwares, ERPs, bancos de dados e serviços em nuvem utilizados pelos colaboradores.
E da estrutura de redes, projeto para definir, organizar e determinar como a comunicação digital entre hardwares (parte física) e softwares (parte lógica) deve ocorrer, por meio das regras de protocolos definido. Para estabelecer o caminho por onde os dados vão passar nos servidores, computadores, notebooks, entre outros dispositivos.
Como as regra das informações de entrada e saida dos dados devem ocorrer no endereço IP, criação de VLANs, controle de permissões e segurança de acessos.
Processos que envolve definir e organizar os endereços IPs com números de identificação IP aos dispositivos que devem receber. Com criação de VLANs especificas com objetivo de dividir a rede física em uma redes isolada separadamente, das demais. Definindo o controle de permissões as informações dos dados e segurança de acessos, com configuração de firewalls (barreiras de proteção) para bloquear vírus e acessos não autorizados. Sendo protegido por monitoramento constante da segurança da informação por meio da cibe segurança, para evitar quaisquer situação.
— Armazenamentos de dados: Dispositivo de discos magnéticos (HDs | HDDs | NAS | SAN | DAS), circuitos eletrônicos (SSDs | NVMe) e na nuvem (CLOUD).
Comandos de instruções dos softwares, desenvolvidos para determinar como cada sistemas operacionais SO, drivers, aplicativos, programas, ferramentas de gerenciamentos interno, sistemas SI, ERP/CRM, serviços computacionais sob demanda da computação em nuvem do Data Center, entre outros softwares, devem ser executados atráves dos hardwares (parte física) nas máquinas físicas e virtuais. Independetemente das aplicações e da carga de trabalho durante a sua operação na infraestrutura de TI.
Servidor, máquina física ou máquina virtual para operar, controlar e gerenciar a carga de trabalho que envolve as operações da infraestrutura de TI local (computação local), híbrida (computação híbrida) e em nuvem (computação em nuvem).
— Agilidade: Recursos de TI na estrutura local
— Competitividade: Menor latência, maior largura de banda e segurança de dados.
— Custo: Valores fixos sem surpresas mensais de gastos evolutivos, como na infraestrutura de ti em nuvem.
— Inovação: Implantação dos recursos tecnológicos necessários sem a obrigatoriedade de pagar os upgrades constante, como, é realizado na computação em nuvem por meio da estrutura do Data Center.
— Segurança: Controle físico e lógico sobre os conjuntos da infraestrutura de TI e os seus arma na estrutura local. Resultando em menor dependência de terceiros, soberania de dados, latência reduzida e segurança da informação reforçada contra ameaças externas da internet. Sendo ideal para proteger informações sensíveis e garantir a continuidade dos negócios sem nenhuma interrupções com relação a computação em nuvem.
— Gestão: Gerenciamento dos conjuntos de recursos da infraestrutura de TI, garantindo alta disponibilidade sem dependência da internet. Proporcionando respostas mais rápidas, conformidade facilitada, facilidade em backups internos e segurança da infraestrutura física. Sendo ideal para operações com alto volume de dados que exigem estabilidade.
Mesmo sem nenhuma necessidades de provedores de serviços em nuvem externos, sendo o único(a) proprietário responsável no modelo de infraestrutura de TI local adotado e por toda a operação, manutenção, segurança, atualização dos sistemas, garantindo controle total sobre os dados e dos processos operacional. Para lidar com as informações dos dados altamente sigilosos, que possuem regulações estritas de conformidade ou operam sistemas que exigem tempo de resposta (latência) quase zero, independentemente de conexão com a internet. Mesmo os provedores de serviços em nuvem adotando protocolos de segurança robusto para proteção de toda infraestrutura. Porém, nesse tipo de estrutura local, todos os processos adequando como as atividades relacionadas a implementação, manutenção e gerenciamento de hardwares e softwares dos seus alto custo entre si, são de responsabilidade somente da empresa. Diferente da computação em nuvem, que além de ofertar a infraestrutura de TI dos seus recursos do IaaS (Infraestrutura como serviços), PaaS (Plataforma como serviços) e SaaS (Softwares como serviços) por meio do seu modelo de negócio de contratação dos serviços computacionais sob demanda, ele assumi o controle total da responsabilidade de toda sua infraestrutura de TI interna do Data Center, enquanto o usuário apenas usufrua dos seus recursos contratados. Sem se preocupar com os alto custos e principalmente em manter a computação local constantemente atualizada com o avanço da tecnologia diariamente. Como servidores de máquinas virtuais (VMs), armazenamentos de objetos, banco de dados, contêiner, redes, softwares e análises é de total responsabilidade do provedor de serviços com regime de pagamento conforme o seu uso, via pay-as-you-go.
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No entanto, mesmo os servidores locais ter uma solução robusta e confiável para diversas necessidades do TI. É importante avaliar prós e contras antes de decidir com relação aos custos elevados com aquisições, instalações, manutenções e atualizações dos hardwares e softwares.
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